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Quando a poesia encontra abrigo: André Luís de Souza Lima lança Série de Águas em Porto Alegre

Em tempos em que tudo parece rápido demais, a poesia surge como um convite silencioso para desacelerar. Ler versos, ouvir histórias e permitir que as palavras encontrem espaço dentro da gente pode ser também uma forma de cuidado, de presença e de bem viver. É justamente nessa delicadeza do encontro entre memória, afeto e sensibilidade que nasce Série de Águas, primeiro livro do professor e escritor André Luís de Souza Lima, que será lançado no dia 9 de maio de 2026, às 19h30, em Porto Alegre.

O lançamento acontece no Instituto Remanso, espaço cultural conhecido por acolher experiências ligadas à arte e aos encontros humanos. Mais do que uma sessão de autógrafos, a noite promete ser um momento de partilha sensível, reunindo leitura de poemas, conversa com convidados e até a audição de canções compostas a partir dos textos presentes no livro.

Publicado pela m.minimalismos, Série de Águas reúne poemas e prosas poéticas atravessados pelas pequenas transformações da vida cotidiana. Em uma escrita marcada pela delicadeza imagética, André percorre temas como amor, tempo, infância, ausência, cidade e permanência — daqueles sentimentos que muitas vezes passam despercebidos na correria dos dias, mas que seguem habitando silenciosamente a memória.

Natural de São Leopoldo e morando atualmente em Porto Alegre, André atua como professor universitário na área da educação. Embora escreva desde a adolescência, manteve seus textos durante anos em círculos íntimos, compartilhando suas palavras apenas entre pessoas próximas. Agora, ao lançar seu primeiro livro, abre ao público uma escrita construída com sensibilidade, observação e profundidade emocional.

O interesse despertado por Série de Águas já aproxima leitores, artistas e pesquisadores ligados à literatura e às artes, especialmente pela forma como o autor transforma pequenas cenas da existência em imagens poéticas capazes de tocar diferentes gerações.

Em um mundo cada vez mais barulhento, talvez a poesia siga sendo isso: um lugar de pausa. Um espaço onde a gente consegue respirar com mais calma, revisitar afetos e lembrar que existe beleza também nas sutilezas da vida.

Fonte: Bernardo Guedes Foto: divulgação

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