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Sarau do Rio encerra o ano celebrando arte, música e encontros às margens do Rio dos Sinos

Há eventos que parecem nascer para relembrar o quanto é essencial estar junto — celebrar a cidade, a arte e a alegria de simplesmente viver. É com esse espírito que São Leopoldo recebe, no dia 9 de novembro, a partir das 15h, a última edição de 2025 do Sarau do Rio, um dos encontros multiculturais mais vibrantes do Vale dos Sinos. Às margens do Rio, o evento convida o público para uma imersão em arte, cultura e convivência, com exposições, intervenções artísticas, feira criativa, gastronomia e shows.

Entre as atrações principais estão Bataclã FC e o projeto Eternos Cascavelletes, que reúne três integrantes originais da icônica banda gaúcha dos anos 1980 — um tributo que desperta memórias e celebra uma das fases mais marcantes do rock do Sul. Com entrada gratuita, o Sarau acontece no Museu do Rio, na Rua da Praia, cenário que reforça a proposta do evento de reconectar São Leopoldo às suas origens e à beleza natural que a cerca.

Com uma programação plural e vibrante, o Sarau do Rio encerra o ano celebrando a arte em suas mais diversas expressões. No palco principal, a partir das 15h, nomes como Cláudio Nilson e convidados, Grupo SOS, Jo Melia, Tributo ao Rappa e Bataclã FC prometem embalar o público com boa música e energia contagiante, sob o comando da DJ Adriana Banana, que abre a festa.

O destaque especial fica por conta do Eternos Cascavelletes, que reúne novamente os músicos Frank Jorge (baixo), Alexandre Barea (bateria) e Humberto Petinelli (teclados) — integrantes originais da lendária banda —, ao lado de Paulo Dantas (vocal, Jupiter Day) e Vice Velvet (guitarra), em um encontro que celebra a irreverência e a história do rock gaúcho.

No Terreno Cultural, o convite é para um mergulho na sensibilidade e na expressão artística. O público poderá participar da oficina “Pássaros e Poesia”, conduzida por Klau Brentano, onde papéis coloridos se transformam em asas e palavras; visitar a delicada exposição “Varal casa corpo e rastros”, do artista Vergílio Lopes, que transforma gestos cotidianos em imagens poéticas; e se encantar com apresentações teatrais, contação de histórias e performances cênicas.

“Encerramos o ano com o coração pleno e agradecido. Cada edição do Sarau do Rio é um reencontro com a vida, com a cidade e com as pessoas que acreditam no poder transformador da arte. Ver a Rua da Praia pulsando novamente, depois de tudo o que vivemos, é a prova de que a cultura também é um ato de cura e de esperança.”
Klau Brentano, presidente da ALEC (Associação Leopoldense de Esporte e Cultura) e organizadora do evento.

Além das atrações musicais e artísticas, o público poderá aproveitar a feira criativa, food trucks, cerveja artesanal e uma estrutura com intérprete de Libras e acessibilidade física, reforçando o compromisso do Sarau do Rio com a arte como espaço de encontro, inclusão e afeto — tudo, mais uma vez, com entrada gratuita.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO*

 PALCO PRINCIPAL
Horários e atrações:

15:00 – DJ Adriana Banana

15:30 – Cláudio Nilson e convidados

16:30 – Grupo SOS

17:30 – Jo Melia

18:30 – Tributo ao Rappa

19:30 – Eternos Cascavelletes

21:30 – Bataclã FC

TERRENO CULTURAL

Horários e atrações:

15:00 às 18:00 – Oficina de Artes Ateliê Klau Brentano – Pássaro e Poesia – Oficina de dobradura de papel

16:00 – Sandro Souza – Musica instrumental

17:00 – Contação de histórias com Jane Engel

17:30 – Espetáculo Teatral do Grupo Cuidado que Mancha – “Quem não dança, balança a criança”

18:30 – Intervenção cênica com Ambizela

 

OUTRAS ATRAÇÕES

– Intervenção Cênica Fada das Bolhas

– Exposição de artes visuais com Vergílio Lopes – Varal casa corpo e rastros domésticos

– Oficina de Muralismo com Rogério Tosca

– Feira Criativa

– Food Trucks

– Cerveja artesanal

– Intérprete de libras, guia vidente e acessibilidade física

– Programação gratuita

O início

Desde 2017, o Museu do Rio se transforma, a cada edição, em um ponto de encontro entre a arte, a música e o bem viver. O Sarau do Rio nasceu com o propósito de aproximar as pessoas e reconectar São Leopoldo ao Rio dos Sinos, em um gesto simbólico de pertencimento e valorização da cidade. Mais do que um festival, o evento se tornou um movimento de convivência e alegria, onde a arte circula livremente e o público reencontra um sentido coletivo — um alimento para a alma.

O evento é uma promoção da Associação Leopoldense de Esporte e Cultura (ALEC), através das leis federal e estadual de incentivo à cultura. Conta com patrocínio master da Sulgás, patrocínio da Unimed Vale do Sinos e Ferramentas Gedore do Brasil, copatrocínio da Unique Rubber e Superlegal Brinquedos, apoio da Prefeitura de São Leopoldo, financiamento do Pró-Cultura LIC/RS e realização da ALEC, Ministério da Cultura e Governo Federal – União e Reconstrução.

Fonte: C2 Comunica Crédito: Giovani Paim

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